segunda-feira, 17 de novembro de 2008

"GUERREIROS SEM FRONTEIRAS"



CAPÍTULO UM






Na sala de reuniões, a agente secreta Katy Simon discutia com seu chefe o inspetor Lucas, na presença de todos os companheiros de inverstigação:




- Por favor, agente Simon, não podemos invadir e ir prendendo a todos os indivíduos que trabalham na loja de produtos da América do Sul - dizia o inspetor Lucas para katy. - Nós precisamos de uma autorização da Agência Central!

- Mas inspetor! Não vamos invadir...sabemos muito bem que aquela loja é apenas uma fachada para o narcotráfico entra as Américas, e quem sabe até para o resto do munto...! Eu só quero investigar - dizia Katy impaciente.

- Agente Simon, eu sei, e aqui todos nós sabemos que alí existe uma espécie de esconderijo de traficantes. Mas é melhor esperar o telefonema da Agência Central autorizando uma investigação minuciosa do local.

Nesse momento o agente Carl levanta-se e começa a falar sobre outro investigação:

- Mudando de assunto, Inspetor, gostaria de saber se eu e o agente Peter teremos que ficar por tempo indeterminado no aeroporto vigiando a entrada dos japoneses, aqui em Miami?

- Sim, terão. - falou o inspetor Lucas friamente. - Mas eu acho que o tempo não importa, e sim, que vocês estão atrasados, não acham? - disse olhando para o relógio pendurado na parede da sala.

- Sim senhor! - respondeu Peter preocupado, retirando-se da sala junto de seu companheiro Carl. - Até logo!

Já que tinha terminado a conversa com o agente Carl, o inspetor Lucas encerrou a reunião, mandando todos os quinze agentes irem trabalhar, menos a agente Simon, que era a única mulher no grupo de agentes.

- Por que, Katy? Por quê você é tão rebelde comigo? Eu sei que não sou um bom pai, mas eu faço o possível pra atendê-la filha...- o inspetor falava nervosamente.

- Eu sei! - dizia Katy ao seu pai. - Tenha paciência comigo, não sei por qual motivo a C.I.A. me mandou pra trabalhar aqui, eu sabia que não íamos nos entender, mas é culpa minha, eu ando muito cansada depois daquela perseguição que fizemos semana passada.

- Filha, você é tão bonita, inteligente...Por que você não foi trabalhar por exemplo...como professora, ou até modelo, quem sabe? - dizia o pai já todo confuso.

- Não pai! - respondeu Katy. -Eu sempre quis ser agente, e agora que consegui não vou decepcionar nem a mim, nem a você. - terminou Katy, indo embora.

Realmente, Katy Simon Lins era muito bonita, tinha um ar, um fogo tropical que herdara do pai, Lucas Lins, e da mãe Lisa Simon tinha um toque independente e sensual. O pai era brasileiro e a mãe americana, tinha a cor azul dos olhos da mãe e a tonalidade escura dos cabelos do pai, um corpo pouco esbelto, com curvas bem marcantes, alta, perfeita.

Katy tinha se chocado muito com a morte da mãe a pouco tempo, por isso resolveu trabalhar; foi levada a fazer uma série de treinamentos para se tornar agente especial secreta, e tinha muito orgulho disso.

Muito cansada, Katy já se preparava para sair do prédio, quando um homem de aparência estranha invade o saguão metralhando tudo o que via pela frente. Katy já tinha sacado sua Colt e se escondido atrás do balcão da recepção, sentindo muita dor no ombro.

Mesmo assim, a agente katy Simon levantou-se e em fração de segundo, com uma agilidade incrível conseguiu atirar no braço e na perna do homem, que parou de atirar para colocar uma nova munição em sua metralhadora UZI. Não aguentando ficar em pé, o homem caiu se contorcendo de dor no carpete de tom azulado, ainda conseguindo apertar o guatilho e metralhando a telhado e o chão.

Katy havia sido atingida, mas estava aguentando a dor e começou a andar em direção do cara jogado no chão. Ela estava sangrando em pouco, mas quando viu o corpo do homem estirado, percebeu que ele havia se suicidado; ele mesmo se metralhou, logo após ter levado os tiros dela.

É lógico qeu, como uma investigadora , Katy começou a revistar o cadáver, antes da chegada dos outros agentes, queiram ou não queiram, aquele caso ia ser dela!

Nos pertences do presunto, ela encontrou uma carteira de identidade brasileira, um passaporte falso, dez gramas de cocaína e uma fotografia de seu pai segurando-a quando pequena.

Katy ficou completamente arrepiada ao ver a fotografia.

5 comentários:

Mari disse...

História policial? Boa, adoro!
Obrigada pela visita.

Nike disse...

Obrigada por visitar meu blog... vou acompanhar sua história....muito interessante!!!
bjs

DEUSA PAGÃ disse...

Ei!!! Vou te acompanhar...gostei disso aqui.

Ana Gabi disse...

vixi!

outra historia pra eu acompanhar...

... disse...

Adorei isto!*-*
Vou te acompanhar ta =]
brigado pela visita =D
Abraço, Detetive =P